P1+2 /Petrobras monitora suas ações para construir um semiárido rico em possibilidades!
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Organizações da ASA Ceará se reuniram para um momento de monitoramento do P1+2/Petrobras, que está na reta final. | Foto: Arquivo CETRA |
Nesta quinta-feira (30), organizações da ASA no Ceará que executam o programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), patrocinado pela Petrobras se reuniram para um momento de monitoramento do programa que se encontra em sua reta final. O encontro aconteceu na sede do Cetra, em Fortaleza-CE.
As instituições Associação Cristã de Base (ACB), Cáritas – Regional Ceará, Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH), Centro de Estudos do Trabalho e de Assessoria ao Trabalhador (CETRA), Centro de Pesquisa e Assessoria – Esplar, Elo Amigo, Escola de Formação Política e Cidadania (ESPAF), Instituto Antonio Conselheiro (IAC), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Ceará (FETRAECE) e a Organização Barreira Amigos Solidários (OBAS) discutiram com a equipe de assessores da ASA e o coordenador nacional do P1+2, Antônio Barbosa, e com o gestor do contrato de patrocínio da Petrobras com a ASA, Deuslene Andrade, sobre as atividades de finalização do projeto. Participaram ainda a coordenação executiva pelo Estado do Ceará e a coordenação do Fórum Cearense pela Vida no Semiárido.
“É uma reunião para construir saídas, a partir do que cada organização pode fazer, por si, e de que formas as instituições podem se ajudar no cumprimento das metas estabelecidas”, explica Barbosa e completa: “daqui estão saindo estratégias definidas de mobilização”. O coordenador ressalta a importância da Petrobras na reunião pelos conhecimentos e formas de trabalho que são compartilhados entre todos.
O gestor do contrato de patrocínio, Deuslene Andrade, explica que o P1+2 é o maior projeto social individual financiado pela Petrobras. Sobre os investimentos e projetos no Semiárido, ele relata:“É uma contrapartida da Petrobras, que usufrui da concessão do governo para explorar minérios e que possui grande área de seus trabalhos no Semiárido”. Sobre as instituições que tocam o P1+2 no Estado, ele comemora: “pude ver o comprometimento individual de cada organização com o todo. Os administradores estão preocupados e atentos a isso, fiquei satisfeito em ver essa intenção e disposição em concluir suas metas”. Barbosa completa: “Para além das metas, são momentos de renovar o compromisso das organizações no Semiárido”.