De Paulino para Dilma
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“É um agricultor que lhe escreve nesta carta, por favor, me ouça agora presidenta da nação. A ASA para a nossa realidade é insubstituível. Não só pela construção de cisternas mas pela formação, mobilização social de convivência com o Semiárido. Você, excelência, bem sabe que, ao longo dos tempos, por décadas, foram lançados por governos anteriores programas de combate à seca e não deram certo porque a seca no Semi-árido não se combate – se convive. E digo mais senhora presidenta, construir cisternas sem formação e mobilização social é querer combater a seca…”
Quem dá o recado para a presidente Dilma Rousseff é seu Paulino Matias de Souza, da comunidade Várzea do Meio, no município de Ibipitanga, na Bahia. A carta foi entregue à ASA no ato público realizado em Petrolina, no último dia 20, e vai ser repassada para o ministro chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, amanhã (29).
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