Água para a seca
Conheça o projeto que já instalou mais de 370 mil cisternas no semiárido, mudou a cara da região e melhorou a vida de 1,8 milhão de pessoas
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Andar quilômetros para pegar água e cozinhar usando lenha. Atividades quase impensáveis nos dias de hoje, em que velocidade e conforto governam nossa vida. Mas para mulheres como Ivanilda Torres, 44, Edite Maria da Silva, 63, e Maria Irene Silva, 51, impensável seria, há apenas oito anos, ter água a poucos metros de casa e acender um fogão a gás. As três, que vivem no agreste de Pernambuco, viram suas experiências serem radicalmente transformadas com a chegada de uma bem-vinda desconhecida: a Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA), entidade que agrega cerca de 750 ONGs dedicadas a melhorar a vida da população do semiárido.
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