Como é ser mulher? Quem responde é a cisterneira e agricultora Sílvia

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No Semiárido, as mãos femininas também materializam o maior símbolo da convivência com a região: as cisternas de placa. Na semana em que está em evidência a luta das mulheres por direitos de igualdade e por melhores condições de vida, como o acesso ao crédito rural, conversamos com uma das primeiras mulheres cisterneiras do Semiárido. Sílvia Maria Vieira Ribeiro Ferreira é uma dessas pessoas que conseguem, num só dia, fazer milhões de atividades.

Além de ser agricultora e mãe de três filhos adolescentes (Larissa, 15 anos; Letícia, 13 e Antônio Carlos, 11), também é coordenadora do grupo de mulheres Heroínas do Sertão, monitora o projeto “Mulheres tecendo um Nordeste solidário”, faz parte da comissão de mulheres do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Flores, e ainda está envolvida em várias outras atividades voluntárias. No dia em que antecede o Dia Mundial das Mulheres, conversamos por telefone com Sílvia que nos deu forte depoimento sobre “ser mulher”. Confira na própria voz de Sílvia.

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