FBB e ASA realizam encontro de planejamento em Moreno (PE)
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Momento de integração e relaxamento antes do início das atividades do primeiro dia | Foto: Asacom |
Começou nesta segunda-feira (2), no município de Moreno, Pernambuco, o Encontro de Planejamento promovido pela Fundação Banco do Brasil (FBB) e Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) para a construção de 60 mil cisternas de placas. O evento conta com a presença de 100 pessoas, representando mais de 30 entidades sociais que vão executar o projeto.
No início da manhã foi realizada uma mesa de abertura sobre os desafios e compromissos dessa parceria com a presença do gerente da Área de Trabalho e Renda da FBB Júlio Maria de Lima, o gerente de Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil em Pernambuco Antônio Guedes, e os coordenadores da ASA Valquíria Lima e Naidison Baptista.
Júlio Maria destacou a importância da parceria da Fundação com a AP1MC, oscip que gerencia os programas da ASA. “Recebemos o chamado da presidente Dilma para contribuir com a implantação de 60 mil cisternas, dentro do Programa Água para Todos. Não teríamos condição de assumir sozinhos um projeto dessa magnitude, por isso, firmamos essa parceria com a AP1MC por ser referência na aplicação da tecnologia social cisterna de placa”, disse.
Antônio Guedes também falou do significado para o Banco e para a Fundação de contribuir com o governo para o alcance da meta de universalização de acesso à água. “Nos sentimos honrados em emprestar nosso nome para uma causa tão importante para as famílias do Semiárido. Em termos de gestão, a AP1MC e a ASA têm uma boa experiência”, reforçou.
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Da esq. para dir: Naidison (ASA), Júlio (FBB), Valquíria (ASA) e Antônio Guedes (BB) | Foto: Asacom |
Naidison parabenizou a FBB pela coerência do trabalho e por acreditar no processo de vem da experiência das comunidades. “A Fundação poderia ter contratado uma empresa, mas foi fiel à tecnologia social da cisterna de placa por acreditar na perspectiva da convivência com o Semiárido”, explicou.
O coordenador também fez questão de pontuar que apesar das dificuldades e desafios que podem surgir durante a execução desse projeto, o processo de universalização do acesso à agua é uma conquista das entidades da sociedade civil que há anos lutam pela construção de um Semiárido digno. “Temos que olhar esse momento dentro da dimensão política, de ter [a cisterna] se tornado uma política pública. Nós construímos isso, é uma conquista nossa!”, frisou.
Na parte da tarde os participantes debateram sobre aspectos voltados para a operacionalização do programa e composição das equipes. Já no segundo dia (3) haverá debate sobre a construção das cisternas, processo de compra dos materiais de construção, além de questões financeiras do projeto e do monitoramento das ações. No último dia (4), as entidades vão construir seus planos de trabalho que, ao final, serão assinados pelos representantes legais de cada organização e FBB.